Atualização cadastral na proteção radiológica: uma questão de segurança

Quando se fala em proteção radiológica inúmeras questões devem ser observadas e cumpridas para garantir a efetiva segurança dos profissionais que são Indivíduos Ocupacionalmente Expostos (IOEs).

Um detalhe muito importante, que muitas vezes passa despercebido é a atualização dos dados da instituição, dos nomes do responsável pela proteção radiológica e do responsável pelo envio e recebimento.

A Sapra Landauer não tem conhecimento se houve trocas de dados da instituição ou dos responsáveis, se não for devidamente informada.

A atualização do cadastro da instituição tais como: endereço para correspondência, telefones diretos e e-mails dos setores que participam do processo de monitoração individual.

A identificação dos responsáveis, telefones diretos e e-mails é uma maneira de zelar pelos colaboradores. Isso se deve ao fato de que estes responsáveis nas instituições, cadastrados no sistema Sapra Landauer são as pessoas que fazem o contato direto com a Sapra. O responsável pela Proteção Radiológica é o contato para questões de proteção radiológica e o responsável pelo envio e recebimento dos monitores para solucionar questões deste processo.

“O responsável pela proteção radiológica (e seu substituto) é aquele que responde pela proteção radiológica dos IOEs. Quando há uma dose elevada, a comunicação é feita para esse responsável cadastrado, via e-mail e por carta registrada”, explica a Dra. Maria de Fátima Magon, responsável técnica e gerente de operações e do sistema da qualidade na Sapra Landauer.

O responsável pela proteção radiológica é quem deve zelar pelos indivíduos ocupacionalmente expostos sob sua responsabilidade e pelos procedimentos com radiação, ou seja, é quem deve estar atento para que todo o processo de registro e controle das doses dos IOEs, assim como, a troca de monitores ocorra corretamente.

Comunicações para a Sapra de ocorrência com monitores e/ou acidentes de IOEs com radiação sempre são realizadas com o conhecimento deste profissional. Física e Doutora pela USP, Maria de Fátima ressalta que apenas a partir desta comunicação, o responsável poderá tomar as devidas providências em termos de proteção radiológica, para controle das doses dos IOEs sob sua responsabilidade. Daí a importância de manter esse cadastro sempre atualizado.

O responsável pelo envio e recebimento é quem: recebe e envia os monitores, recebe os relatórios de dose impressos, realiza exclusões e inclusões de usuários, notifica o não recebimento das remessas e/ou de extravio, comunica troca de endereço para envio, comunica a não utilização de monitores por férias, etc. Este profissional tem que ter o conhecimento sobre o processo de monitoração e é quem tem contato direto sobre estas questões, sendo importante que caso haja alteração que a Sapra seja comunicada.

“Ou seja, manter atualizados os dados e nomes desses responsáveis de sua empresa é essencial para que as comunicações e informações sobre os serviços da Sapra sejam trocadas com as pessoas corretas, no tempo certo e nas situações necessárias.”, ressalta Maria de Fátima.

Como comunicar uma alteração cadastral

Se houver qualquer alteração de endereço ou de dados dos responsáveis na instituição é fundamental notificar a Sapra Landauer imediatamente para evitar extravio ou atraso no envio dos monitores, a fim de cumprir a exigência de periodicidade mensal, tomar as devidas providência quanto a atrasos ou extravios de remessas de monitores, e principalmente para que a comunicação de doses elevadas seja direcionada para o responsável atualizado pela proteção radiológica. Só assim ele poderá tomar as devidas e prontas providências.

Para realizar a atualização dos dados cadastrais, acesse a ficha de atualização, e sempre que necessário preencha e encaminhe por e-mail para o cadastro@sapra.com.br ou através do GPR online.

Avanço no diagnóstico e esperança: as marcas que 2021 deixou

2021 deixou marcas inapagáveis em todos nós. De uma forma ou de outra, todos sentiram as consequências da pandemia, e na Sapra Landauer não foi diferente. Mas, como tudo na vida, houve um lado bom, que trouxe mudanças muito positivas.

A tecnologia voltada para o diagnóstico teve um papel fundamental. Exames de raios-X de tórax foram massivamente utilizados para a triagem dos casos de COVID-19.

E a Sapra Landauer esteve ali, o tempo todo, ao lado das instituições cujo foco está na Saúde dos Trabalhadores que arduamente tomaram a linha de frente. Ficamos orgulhosos e satisfeitos ao ver o cuidado das instituições que optaram por eficiência e qualidade quando o assunto é proteção radiológica.

Pouco a pouco, os nossos Heróis da Saúde estão vencendo essa doença e espalhando a esperança.

Desejamos a todos um Natal iluminado e um Ano Novo repleto de saúde, harmonia e sucesso!

Boas festas,

Equipe Sapra Landauer.

Gestão da proteção radiológica com Gerenciador de Proteção Radiológica (GPR) é tema de webinar da Sapra

Evento online será no dia 12/08 e tem foco nas vantagens de uso de um sistema online para melhoria dos processos em instituições usuárias de serviços de dosimetria

Preencha o formulário e complete sua inscrição no fim da página

A Sapra Landauer realiza no dia 12 de agosto, às 15h, o webinar “Como o uso do GPR pode ajudar na gestão da proteção radiológica de sua instituição”. As inscrições para o evento são gratuitas e podem ser feitas aqui.

O evento visa apresentar a importância e os benefícios do Gerenciador de Proteção Radiológica (GPR), sistema online da Sapra Landauer que permite o gerenciamento dos indivíduos monitorados e principalmente consultar seus dados de maneira rápida e com atualização diária.

A proposta do GPR é facilitar e otimizar o trabalho de profissionais responsáveis pela área de proteção radiológica em instituições usuárias do serviço de dosimetria pessoal de radiações, como hospitais, clínicas, indústrias e laboratórios de pesquisa.

O sistema permite ao responsável, por exemplo, consultar doses mensais e acumuladas por usuário, por grupo de usuários por setor e por instituições afiliadas, além de acompanhar a logística de envio e recebimento dos monitores, efetuar alterações, inclusões e exclusões de usuários no sistema e consultar os relatórios de doses mensais, acessíveis assim que analisados e gerados na base de dados da Sapra Landauer, entre outras funcionalidades.

“Nossa proposta é reunir profissionais da área interessados em atualizar conhecimentos, ter acesso a informações técnicas qualificadas e tirar dúvidas sobre o GPR”, afirmou Paulo Mascarenhas, físico e diretor da Sapra Landauer.

O webinar terá a participação da física e diretora-presidente da Sapra Landauer, Dra. Yvone Maria Mascarenhas, e dos especialistas Marcos Geromini, analista da Sapra Landauer, e Eurides Anselmo Queiroz, desenvolvedor do sistema GPR.

Para mais informações, ligue (16) 3362-2700 / SAC (Gratuito) 08000-055-3567.

Serviço

Webinar – “Como melhorar a gestão da proteção radiológica em sua instituição”
Quando: 12 de agosto de 2021
Horário: 15h
Inscrições: https://app.livestorm.co/sapra-landauer/uso-do-gpr

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Radiologia veterinária: dos riscos iminentes à proteção necessária

Diretora da Associação Brasileira de Radiologia Veterinária (ABRV), Tilde Froes, destaca quais são os riscos da radiologia para os profissionais diretamente envolvidos.

A sala de radiologia está pronta. O biombo foi cuidadosamente montado para que o profissional se protegesse, todos os detalhes foram meticulosamente conferidos e o paciente está acomodado e preparado para o procedimento. Tudo parece caminhar bem, mas quando o operador dos Raios X vai para trás do biombo, o paciente se mexe. Muitas vezes, o operador volta e até o segura durante o processo. Eis o risco iminente.

Em radiologia veterinária, essa situação é mais comum do que parece, já que ainda não está disseminado no Brasil o hábito de sedar os animais para fazer uma radiografia. E na tentativa de encontrar a melhor posição para o raio X e garantir que o paciente fique inerte, o radiologista acaba se descuidando dos procedimentos básicos de segurança com a sua própria saúde.
Vale lembrar que a radiação é uma energia em movimento, e se não utilizada corretamente, pode prejudicar a saúde humana. E talvez porque não seja visível, muitos profissionais se esquecem de garantir essa proteção tão importante e regulamentada.

Para a professora Tilde Rodrigues Froes, chefe do Serviço de Diagnóstico por Imagem do Hospital Veterinário da Universidade Federal do Paraná (UFPR) e diretora da Associação Brasileira de Radiologia Veterinária (ABRV), esse é um assunto de extrema importância.

“A proteção radiológica na veterinária tem que ser tratada com o mesmo cuidado da medicina. Primeiro porque é uma norma e precisa ser seguida; segundo porque na veterinária é preciso criar estratégias para evitar que o profissional se exponha à radiação, tanto primária, quanto secundária, porque o raio “bate e volta”. É a conhecida radiação espalhada. Então, ele precisa ter ferramentas ao seu dispor, como um saco de areia, por exemplo, que o ajudem a manter o paciente em determinada posição para evitar essa exposição profissional”, explica.

Formada há 25 anos, na época do boom da ultrassonografia, Tilde fez pós-doutorado em Técnicas avançadas de diagnóstico por Imagem em animais de companhia na Universidade da Pensilvânia. Passou oito meses acompanhando a rotina de raio X, já que o currículo era mais voltado à prática. Foi de lá que ela confirmou o conceito de sedação dos animais para a radiologia.
“No início nós encontramos resistência, muitas pessoas achavam que não era necessário. Mas é um risco a mais para o profissional. Agora não é porque o paciente está sedado, que outros cuidados podem ser relaxados. O risco é iminente. Então, precisamos estar atentos”, destaca.

Tilde ressalta que adquirir um equipamento de Raios X, não é o suficiente para que o serviço seja disponibilizado. É preciso ter um preparo para fazer a radiologia. “Assim como os preparativos são necessários na prática cirúrgica, também são fundamentais na prática de Raios X. E esse é um conceito que já temos trabalhado na universidade, então, é uma sementinha que vai sendo lançada para que todos tenham essa consciência”, afirma.

Proteção radiológica

As atividades de proteção radiológica seguem alguns princípios fundamentais, entre eles, a otimização da proteção radiológica, que tem o objetivo de preservar a segurança e a saúde dos indivíduos expostos à radiação ionizante nos locais em que se utilizam equipamentos de radiação, incluindo pacientes, profissionais e o público em geral.

Outro ponto importante é a limitação de doses individuais. As normas do setor estabelecem que profissionais ocupacionalmente expostos à radiação ionizante devem utilizar, em sua jornada de trabalho, um monitor de tórax, para estimar a dose efetiva de corpo inteiro. E de acordo com a atividade exercida, também deve usar um monitor de extremidade, em forma de anel ou pulseira.
Tilde ressalta a importância da atenção a esse detalhe, mesmo quando o paciente está sedado. “Primeiro porque é uma norma e como tal deve ser seguida. Segundo porque, às vezes, mesmo com o paciente sedado, o radiologista acaba se expondo para ajustar o animal. Aqui entram aquelas ferramentas que mencionei, como o saco de areia ou uma pá, por exemplo, que podem ajudar a posicionar corretamente o paciente e evitar que o profissional tenha uma exposição primária. Ainda assim, existe o risco da exposição secundária, porque o raio bate e volta”, explica.

Nesse sentido, utilizar os dosímetros para controlar e dosar essa exposição, é tão essencial quanto usar luvas, óculos e protetor de tireóide.

Conscientização

Com o objetivo de ampliar as discussões sobre o assunto e estimular a conscientização sobre a importância da proteção radiológica, diversos eventos têm sido realizados pelo país. Um deles foi promovido pela Sapra Landauer e contou com o apoio da ABRV.

“A Dra. Yvone Mascarenhas percebeu doses muito altas de radiação nos veterinários, então, entrou em contato conosco para realizarmos esse Webinar sobre Proteção Radiológica na Medicina Veterinária, e esse evento foi muito bom. É preciso criar o hábito da proteção radiológica em nosso meio. É uma luta mundial na veterinária”, destaca Tilde.

Para ela, eventos técnicos sobre esse assunto devem ser cada vez mais divulgados para que a conscientização seja ampliada e a prática da dosimetria definitivamente adotada.

O perigo oculto do atraso na devolução dos monitores

Você sabe qual é o prazo correto para devolução dos monitores para a Sapra Landauer? Confira todos os detalhes para que o processo ocorra corretamente.

O atraso na devolução dos monitores pode até parecer algo inofensivo, mas traz em si um perigo oculto: o comprometimento de todo o processo de envio e recebimento das remessas seguintes.

Neste artigo você vai ver os requisitos básicos de proteção radiológica, os problemas decorrentes do atraso na devolução dos monitores e o que isso pode acarretar para a sua empresa.

Proteção radiológica

Os requisitos básicos de proteção radiológica das pessoas ocupacionalmente expostas à radiação ionizante, estabelecidos na Norma CNEN NN 3.01, determinam a utilização de monitores individuais de proteção radiológica, de tórax ou em forma de anel ou pulseira, conforme a atividade exercida.

O objetivo é preservar a saúde de trabalhadores e minimizar os riscos derivados do uso de radiações ionizantes. Contudo, há detalhes que devem ser observados.

No Brasil, a periodicidade da dosimetria individual externa é mensal, conforme a regulamentação vigente. Assim, os dispositivos de monitoração devem ser trocados a cada 30 dias. Os monitores devem, necessariamente, ser devolvidos via postal para análise da Sapra Landauer que, então, encaminhará nova remessa de dosímetros.

O processo de troca dos monitores

O contrato com a Sapra Landauer estabelece que o uso do monitor deve ter início no dia 1º ou 16 de cada mês, e deve ter duração de 30 dias.

A Sapra Landauer envia uma nova remessa de monitores às empresas mês a mês, de modo que eles sejam entregues antes do final do período de uso. Isso porque a devolução dos monitores deve ser feita após a troca, já que nenhum colaborador pode trabalhar sem o dosímetro individual.

Até aí, tudo bem. O ponto chave é que as empresas precisam fazer a devolução imediatamente ou em, no máximo, até 3 dias após a troca dos monitores. Um atraso de poucos dias em um único mês prejudica todo o processo de envio/recebimento de monitores e pode até se tornar um risco de compliance.

Veja como funciona:

Cerca de 2 dias antes de completar o período de uso da remessa azul, por exemplo, a empresa recebe a remessa verde de monitores, para uso no mês seguinte. A devolução dos dosímetros que estavam em uso (azuis) deve ser feita pelos Correios em até 3 dias.

Isso porque a Sapra Landauer tem que fazer o recebimento dos monitores, a leitura, a análise das doses radiológicas e a emissão do relatório de doses desta remessa, antes de enviar a próxima, que também será azul, enquanto a verde está em uso.

Se considerarmos que os Correios podem levar até 10 dias para fazer a entrega, os monitores da nova remessa devem sair da Sapra, no máximo, 10 dias antes da data de troca. Com isso, o período que sobra para todo o trabalho que deve ser realizado pela Sapra é justíssimo.

Então, o processo ideal é assim:

  • Período de envio para a empresa = 10 dias (Correios)
  • Tempo de troca de monitores e envio pelo cliente = 3 dias
  • Período de devolução após a troca = 10 dias (Correios)
  • Tempo entre recebimento, análise e novo envio (Sapra) = 7 dias

Desta forma, o processo de troca de monitores é realizado sem intercorrências.

O problema do atraso

Um atraso na devolução dos monitores, por menor que seja, vai gerar um acúmulo de toda a demanda, comprometendo o prazo das próximas remessas.

Numa comparação simples, é como em uma conta bancária que entrou no vermelho. No mês seguinte, a sua receita já não será mais suficiente para cobrir os custos do mês, porque terá que suprir o valor que estava negativo. E mês a mês esse rombo aumenta.

Com os monitores, a situação é parecida. A devolução tardia compromete os processos de leitura e produção de relatórios realizados pela Sapra e prejudica a aferição de doses e proteção radiológica das pessoas monitoradas.

Entenda o que ocorre se houver atraso:

  • Vamos supor que o cliente demore 10 dias para fazer a devolução e poste os monitores no dia 10 daquele mês;
  • A Sapra receberá os monitores entre os dias 17 e 20 do mesmo mês;
  • Contudo, a Sapra teria que postar a nova remessa dos monitores, no máximo, 10 dias antes da data de início de uso, quando a troca deve ser realizada.

Ou seja, não há tempo suficiente para que a Sapra cumpra todos os procedimentos – recebimento, leitura, análise e emissão do relatório – necessários para o próximo envio.
Assim, se a devolução de monitores já utilizados demorar para ocorrer, todo o processo sofrerá atraso. Com isso, a troca de monitores, que deveria ser realizada em 30 dias, pode ser prejudicada.

Riscos iminentes

O envio tardio em um único mês gera um encavalamento do processo nos meses seguintes. A empresa corre risco de compliance porque o atraso igual ou superior a 90 dias resulta em LI – Leitura Impossível.

Nesses casos, apesar de a Sapra realizar a leitura e análise de todos os monitores recebidos (independentemente do período de uso), não poderá emitir o relatório indicando os valores de dose, mas sim de acordo com a legislação vigente, a dose será indicada como LI.

Sem contar que a demora na postagem dos monitores, que resulta em período de uso não regular, é um indicativo de indiferença com a Proteção radiológica por parte da instituição.

Em resumo, pequenos atrasos geram grandes problemas. Por isso a Sapra Landauer recomenda insistentemente que seja feita a troca regular dos monitores imediatamente após o recebimento da nova remessa ou em, no máximo, 3 dias.

Para tirar suas dúvidas sobre esse assunto, clique aqui e entre em contato conosco.

Veterinária compartilha experiência nos EUA sobre proteção na radiologia veterinária

O webinário “Proteção Radiológica na Medicina Veterinária”, realizado pela Sapra Landauer, em parceria com a Associação Brasileira de Radiologia Veterinária (ABRV), discutiu o assunto à luz da experiência da médica veterinária Simone C. Monteiro Dallagnol, que trabalha no Blue Pearl Specialty Pet Hospital, nos Estados Unidos, desde 2018.

Graduada em Medicina Veterinária pela Universidade Federal do Paraná, Simone é pós-graduada em Cirurgia e Clínica Médica pela Universidade Estadual de Londrina e Mestre pela Universidade Federal do Paraná.

Além dela, participaram do webinar a diretora da ABRV, Tilde Froes, o físico e diretor da Sapra Landauer, Paulo Mascarenhas, e a física e diretora-presidente da Sapra Landauer, Dra. Yvone Maria Mascarenhas, que também realizou uma palestra, com o tema “Um olhar sobre a proteção radiológica na Medicina Veterinária pela perspectiva da monitoração pessoal”.

Em ambos os casos, o foco das conferências foi a proteção dos profissionais que atuam nesse setor. “Decidimos conversar sobre a proteção contra a radiação ionizante porque percebemos um aumento da procura por esse tema e há considerações importantes a fazer: por exemplo, quando falamos em proteção radiológica do trabalhador, as exposições médicas não estão incluídas na limitação de dose”, destacou Yvone.

Para a diretora da ABRV, esse é um assunto essencial, que precisa ser amplamente difundido. “Se olharmos para o que tem sido discutido na Sociedade Europeia de Radiologia Veterinária e na Sociedade Americana de Radiologia Veterinária, vamos perceber que esse tema vem até como um alerta porque tem se verificado doses um pouco excessivas para nós”, ressaltou Tilde.

O webinar também abordou a RDC 330, uma regulamentação da ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) que se aplica a clínicas, hospitais e outros serviços correlatos, públicos ou privados, que prestem serviço de radiologia diagnóstica ou intervencionista, bem como de fornecedores, serviços de manutenção, de assistência técnica de equipamentos, de controle de qualidade e de proteção radiológica terceirizados, além de instituições de ensino e pesquisa em saúde humana.

“A exposição médica é o maior componente de exposição da população e por isso preocupa as autoridades. Então, precisamos ampliar a divulgação da informação possibilitando que outras pessoas direcionem os seus olhares para esse assunto tão importante”, reforçou Yvone.

Experiência americana

Logo em seguida à palestra de Yvone, a médica veterinária Simone Dallagnol comentou sobre a evolução dos métodos e processos de monitoramento de doses de radiação na área veterinária, além de detalhar e discutir as melhores práticas na proteção radiológica utilizadas no BluePearl Specialty Hospital, onde atua como technician do departamento de radiologia, realizando exames de ultrassom, tomografia, radiografias e ressonância magnética.

Para Simone, a situação no Brasil realmente merece atenção. “Quando falamos em radiação no Brasil, todo mundo se espanta e logo solta frases do tipo: trabalhar com radiação não, eu ainda quero ter filhos ou algo parecido. Ou seja, as pessoas têm medo do raio, mas na hora de trabalhar, esse medo some e ninguém se importa com isso. Então, é preciso estimular a cultura de proteção no país”, destacou.

Em sua palestra, Simone apresentou com fotos e detalhes assuntos como a repetição de exames e a exposição desnecessária que essa prática causa, a utilização de sedativos e anestesia, a rotina intensa do hospital e ainda deu uma dica importante para fazer o exame em gatos.

Acesse e assista o webinário na íntegra:

Acesse este e outros webinários oferecidos pela Sapra:

Sapra Landauer e ABRV oferecem webinário “Proteção Radiológica na Radiologia Veterinária”

Evento em parceria com a Associação Brasileira de Radiologia Veterinária (ABRV) trata de proteção radiológica com foco em profissionais e instituições do setor

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A Sapra Landauer e a Associação Brasileira de Radiologia Veterinária (ABRV) realizam o webinário “Proteção Radiológica na Medicina Veterinária”, no próximo dia 14 de abril, às 20 horas. O evento é online, gratuito e tem o objetivo de apresentar melhores práticas de proteção e outras informações de interesse de profissionais e instituições do setor.

As palestrantes irão expor um panorama sobre a evolução dos métodos e processos de monitoramento de doses de radiação na área veterinária, além de detalhar e discutir as melhores práticas a serem seguidas por indivíduos ocupacionalmente expostos, incluindo médicos veterinários e seus assistentes.

O webinário contará com uma apresentação da física e diretora-presidente da Sapra Landauer, Dra. Yvone Maria Mascarenhas, que ministrará palestra intitulada “Um olhar sobre a proteção radiológica na Medicina Veterinária pela perspectiva da monitoração pessoal”, considerando a evolução das doses recebidas por profissionais desse setor no Brasil.

O evento terá também a participação da Dra. Simone C. Monteiro Dallagnol, médica veterinária atuante nos Estados Unidos. Em sua exposição, ela irá compartilhar experiências em melhores práticas na proteção radiológica utilizadas no BluePearl Specialty Hospital, onde atua desde 2018 como technician do departamento de radiologia, realizando exames de ultrassom, tomografia, radiografias e ressonância magnética.

Fundada em 1992, a ABRV é uma associação de médicos veterinários dedicada à representação profissional e ao intercâmbio científico sobre temas relacionados ao uso de métodos de diagnóstico por imagens e de terapias por radiações em animais.

Sobre as inscrições

Para participar do webinário online, é necessário se inscrever. São apenas 150 vagas.
A Sapra Landauer disponibilizará a gravação do evento em seu website futuramente.

Em caso de dúvidas, entre em contato pelos números abaixo:

Telefone: (16) 3362-2700
SAC (Gratuito) 08000 553 567

 

Inscreva-se por aqui

Sapra Landauer informa que a antecipação de feriados não deverá afetar o cronograma de recebimento e envio dos monitores

Neste momento crítico da pandemia de Covid-19, a Sapra Landauer informa aos seus parceiros que a antecipação de feriados via decreto e outras medidas adotadas para contenção do avanço da pandemia não devem afetar o cronograma de envio e recebimento dos monitores.

Os serviços de dosimetria e proteção radiológica prestados pela Sapra Landauer para milhares de instituições de saúde de todo país são enquadrados na categoria de serviços essenciais e, portanto, não devem sofrer interrupções. 

O envio e recebimento das remessas via Correios, também considerado serviço essencial, deve funcionar normalmente de acordo com uma comunicação divulgada pelo órgão. Em relação à rede de agências, esclarecemos que no Portal dos Correios, na página Busca Agência, será possível obter diariamente informações sobre as unidades abertas ao público: (https://mais.correios.com.br/app/index.php). 

A Sapra Landauer destaca a importância de que os clientes sigam o cronograma de troca e devolução dos monitores, de forma a não comprometer a monitoração de seus colaboradores.

Mesmo assim, sabemos que apesar de todo esforço, podem haver problemas de logística. Caso sua empresa tenha algum problema na devolução dos monitores utilizados ou não receba a nova remessa de dosímetros dentro do prazo, pedimos que o responsável entre em contato pelos canais:

SAC 08000 553567
E-mail: atendimento@sapra.com.br

A Sapra Landauer agradece a colaboração de seus clientes e parceiros, fundamental para que os serviços de monitoração individual não sejam comprometidos.
Agradecemos também as instituições e profissionais da saúde que estão trabalhando incansavelmente para atender a população neste momento tão delicado da pandemia.

Sapra Landauer tem processos e sistemas adequados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD)

Sapra Landauer tem processos e sistemas adequados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD)

Conheça como a nova lei de proteção de dados se aplica a serviços de monitoração individual e confira as iniciativas da Sapra Landauer para proteger ainda mais seus clientes e usuários.

A Sapra Landauer realiza e já concluiu uma série de iniciativas para que seus serviços de monitoração individual funcionem em perfeita conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), que passou a viger recentemente no Brasil e define condições específicas para o uso e processamento de dados de pessoas físicas, incluindo profissionais da área da saúde, que são protegidos e assistidos por nossos serviços.

Neste texto, você irá saber mais sobre as principais aplicações da LGPD (a Lei 13.709, do Governo Federal) no contexto das instituições, fornecedores e contratantes do serviço de monitoração individual e a importância das ações realizadas pela Sapra Landauer, mesmo antes da publicação da LGPD, visando sempre o tratamento correto, responsável e seguro das informações de seus clientes e usuários.

Vale lembrar que essa nova regulamentação nacional sobre proteção de dados ainda é um assunto novo para diversos setores, incluindo as empresas que prestam serviços de monitoração individual de radiações ionizantes e os laboratórios de dosimetria, cuja atuação é regulamentada também por órgãos específicos, como a Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN) e a Agência Nacional de Vigência Sanitária (Anvisa).

Regras e definições

De modo geral, a LGPD cria regras e define termos e condições que todas as empresas brasileiras devem seguir ao lidar com dados sensíveis ou não das pessoas físicas envolvidas nos seus processos. A lei também confere direitos a essas pessoas, consideradas “titulares” ou donas de seus próprios dados, sobre o uso e manutenção desses registros por terceiros.

Uma dessas classificações é a distinção entre dois tipos de instituições que utilizam dados pessoais de um titular: as controladoras (que recebem os dados diretamente do titular) e as processadoras (que recebem esses dados por meio de outras instituições).

Na maioria dos casos que envolvem serviços de monitoração individual, empresas como a Sapra Landauer atuam como processadoras, pois seus clientes (hospitais, indústrias, clínicas, por exemplo) recebem os dados pessoais diretamente de seus próprios colaboradores (titulares) e os enviam aos laboratórios credenciados de dosimetria para que seja possível fazer a monitoração desses indivíduos ocupacionalmente expostos.

Mas também existem algumas situações em que os serviços de monitoração individual atuam como controladores de dados, por exemplo no caso de serviços prestados a estagiários e profissionais liberais não vinculados a uma entidade controladora e que contratam o serviço de monitoração diretamente com o laboratório.

Iniciativas da Sapra Landauer

Como empresa pioneira no uso de novas tecnologias de dosimetria radiológica no Brasil, e seguindo as melhores práticas internacionais do setor, a Sapra Landauer sempre manteve políticas internas de cuidado com os dados enviados por seus clientes, observando princípios de segurança, confidencialidade e orientando a conduta ética de seus colaboradores nos processos que envolvem registro de dados de cada indivíduo.

Neste sentido, a política interna de privacidade e segurança da Sapra Landauer já contemplava vários tópicos presentes na LGPD ainda antes de sua discussão no Congresso Nacional e promulgação pelo Governo Federal. Para o ano de 2021, a Sapra Landauer já está adequada à nova regulamentação introduzida oficialmente no país pela Lei 13.709.

Alguns tópicos dessa política e que balizam as iniciativas da Sapra Landauer em relação à proteção de dados são: segurança e confidencialidade dos dados recebidos, treinamento dos colaboradores em relação ao tratamentos desses dados, atualização da política de privacidade e segurança, desenvolvimento e aprimoramento de processos internos, além da observação de uma conduta ética em todas as dimensões da empresa.

Mais recentemente, também foi elaborado um Termo de Compromisso com nossos parceiros em relação à LGPD e foram implantadas novas ferramentas e tecnologias para prevenir, de forma ainda mais rigorosa, eventuais possibilidades de vazamento de dados pessoais.

Direitos dos titulares dos dados

Entre os direitos individuais garantidos às pessoas físicas pela LGPD estão o de ser informado, ter acesso aos dados, poder retificar ou excluir os dados ou bloquear ou opor-se a seu processamento. A lei também garante a portabilidade dos dados e a possibilidade de o usuário apresentar uma reclamação, retirar seu consentimento ou solicitar que seja mantido em anonimato, além do direito de solicitar informações de outras entidades públicas e privadas (incluindo órgãos do governo ou outras empresas) com as quais uma entidade controladora ou processadora compartilhe esses dados.

Essas regras valem independente do meio, país de sede ou local onde os dados sejam coletados, uma vez que sua coleta ou tratamento se dê em território brasileiro.

Há no entanto algumas situações especiais em que um ou mais desses direitos individuais podem ser flexibilizados de modo a garantir o atendimento a outras regulações de setores específicos. Essas situações devem ser sempre justificadas e fundamentadas, nos termos da lei ou de regulações específicas, como as de proteção radiológica.

No caso de serviços de monitoração individual externa, por exemplo, os dados cadastrais dos usuários devem necessariamente ser enviados para a CNEN, assim como a somatória anual de doses e alguns relatórios específicos, como em casos da detecção de doses elevadas. Sem isso não seria possível haver documentação e controle rigorosos sobre dados relevantes de exposição dos profissionais a radiações ionizantes, conforme exigem as normas da CNEN e da Anvisa.

Para fiscalizar o cumprimento da LGPD, foi criada no país a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD), perante a qual as instituições controladoras ou processadoras assumem a responsabilidade de garantir os direitos dos titulares dos dados e a observação de cuidados para sua proteção. Em caso de descumprimentos, é prevista a aplicação de multas.

Para saber mais sobre a LGPD e sua regulamentação, visite: https://www.gov.br/anpd/pt-br

Se tiver alguma dúvida sobre o uso de dados de sua instituição pela Sapra Landauer, entre em contato com nosso setor de atendimento por meio do SAC, e-mail ou telefone.

Boas festas, e muito obrigado

Boas festas, e muito obrigado!

É na adversidade que provamos nossa capacidade de superar obstáculos.

Este ano de 2020, que agora se encerra, foi difícil, mas também por isso especial.

Mostrou o valor de nossos esforços para vencer desafios, perseguir o sucesso.

Prova disso é que, em meio a uma pandemia, garantimos o funcionamento de nosso laboratório e o atendimento das necessidades de nossos clientes, muitos deles atuando na linha de frente.

Por isso, a família Sapra Landauer expressa a você nosso sincero agradecimento, com votos de Boas Festas e o desejo que, em 2021, possamos seguir perseguindo a felicidade e a construção de um mundo melhor.